O PSDB deve optar por um processo de alianças com siglas menores estabelecido por seus líderes o futuro da legenda, a expectativa é anunciar a fusão com o Podemos.
O grupo almeja um processo em etapas, em que a fusão com o Podemos seria seguida pela formação de uma federação com o Solidariedade. O objetivo do PSDB é voltar ao tabuleiro e apresentar uma candidatura alternativa que venha quebrar os campos dominados pelo PT com Lula e PL do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O movimentação busca manter a identidade e a história do partido, evitando que a legenda seja incorporada por siglas maiores. A decisão, no entanto, cria uma ameaça de saída dos dois governadores que restaram no PSDB e que cobram maior estrutura para as eleições.
Os defensores da aliança tentam convencer Eduardo Leite (Rio Grande do Sul) e Eduardo Riedel (Mato Grosso do Sul) a permanecer no partido, com o argumento de que a nova agremiação teria mais fundo eleitoral e partidário do que outras, como Republicanos, MDB, PSD e PP.
“Estamos prestes a construir um novo caminho para o centro democrático brasileiro e para os milhões de brasileiros que não se sentem confortáveis nem com o que representa o lulopetismo nem com o que representa o bolsonarismo”, afirmou o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), presidente do Instituto Teotônio Vilela.

