Recentes estudos da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) apontam que motociclistas estão entre as principais vítimas de traumas graves no trânsito, representando cerca de dois terços dos atendimentos em ortopedia e traumatologia. Além disso, um terço desses acidentados passa a conviver com sequelas permanentes — como dores crônicas, deformidades, déficit motor e, em alguns casos, até amputações.
Para reduzir esses riscos, especialistas indicam algumas medidas fundamentais: uso correto de capacete homologado, vestimenta protetora (jaquetas reforçadas, luvas, botas), manutenção adequada da moto, evitar velocidade excessiva e pilotar de forma defensiva. Também é importante respeitar a sinalização de trânsito, não pilotar sob efeito de álcool ou drogas, e garantir habilitação adequada — tudo isso contribui para diminuir a probabilidade e a gravidade dos acidentes.

