Após intensas acusações nas redes sociais ligando adolescentes à morte do cachorro comunitário conhecido como “Orelha” em Florianópolis (SC), parentes dos jovens citados na investigação vieram a público negar qualquer participação deles no episódio. As famílias afirmam que até o momento não existem provas concretas que comprovem a ligação dos filhos com as agressões investigadas e relatam que a menção dos nomes nas redes desencadeou ataques virtuais, ameaças e divulgação indevida de informações pessoais, afetando o bem-estar emocional dos adolescentes.
Apesar de repudiar as especulações e o julgamento antecipado nas plataformas digitais, os familiares destacam que colaboram com as autoridades e confiam no trabalho da Polícia Civil de Santa Catarina, que segue investigando o caso para identificar os responsáveis pelas agressões ao animal. Eles também reforçam que não compactuam com maus-tratos a animais e que a busca por justiça deve ser conduzida com base nos fatos e na atuação dos órgãos competentes.

