O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou ao centro do debate político ao criticar, no último sábado (11), a composição do grupo liderado por ACM Neto para as eleições de outubro.
Sem poupar palavras, Geddel questionou a coerência das alianças formadas, insinuando que interesses eleitorais estariam se sobrepondo a projetos consistentes para a Bahia. A fala repercutiu nos bastidores e acirrou ainda mais o clima de disputa entre os principais grupos políticos do estado.
Para aliados do MDB, a crítica expõe fragilidades no bloco oposicionista e levanta dúvidas sobre a sustentabilidade da união entre partidos com históricos e discursos distintos. Já interlocutores ligados a ACM Neto rebatem, afirmando que a construção política é legítima e visa ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade.
A declaração de Geddel adiciona combustível a um cenário já marcado por tensões e movimentações estratégicas, onde cada fala pode influenciar diretamente o xadrez eleitoral. Nos bastidores, a leitura é de que o embate entre lideranças deve se intensificar nas próximas semanas, elevando o tom e polarizando ainda mais o debate público.
Com as eleições se aproximando, o episódio evidencia que a disputa na Bahia promete ser marcada não apenas por propostas, mas também por ataques diretos e disputas narrativas entre figuras de peso da política local.

