Existe um ponto sobre “se vestir bem” que quase ninguém aborda.
Muito se fala sobre combinação de cores, proporção corporal, tendências e até postura. Mas o que raramente entra na conversa são os códigos invisíveis que influenciam diretamente a forma como somos percebidos todos os dias.
Afinal, quem define o que é elegante?
Quem estabelece o que soa sofisticado, profissional, confiável ou simplesmente “adequado”?
E mais: por que, mesmo seguindo todas as regras, algumas pessoas ainda são interpretadas de forma distorcida?
Essas perguntas não são sobre moda. São sobre poder, leitura social e identidade.
Foi a partir dessa inquietação que nasceu o livro “Quem Decide o que é Elegante?”.
A proposta não é ensinar como se vestir, mas provocar uma reflexão necessária sobre imagem, comunicação, racialidade e os códigos sociais que moldam a maneira como somos vistos no mundo.
Uma leitura para quem sempre percebeu que existe algo além da aparência e nunca encontrou essa resposta nas fórmulas tradicionais.

