O prefeito Bruno Reis (UB) participou, nesta quarta-feira (20), do 5º Fórum ESG, realizado no Porto Salvador, no bairro do Comércio, em Salvador. O encontro reuniu empresários, especialistas, gestores públicos e representantes da sociedade civil para debater práticas voltadas à sustentabilidade, responsabilidade social e governança.
Durante o evento, o prefeito destacou os desafios enfrentados pelas cidades para equilibrar crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental. Segundo ele, as gestões municipais precisam ir além dos serviços básicos, investindo em políticas públicas sustentáveis e modelos modernos de governança.
“O nosso principal papel na Prefeitura é o social. E, para fazer o social, é necessário ter uma governança sólida, pautada na transparência e no uso responsável dos recursos públicos. Isso deve se traduzir em políticas eficientes, que realmente transformem a vida das pessoas”, afirmou.
Bruno Reis também relembrou o cenário encontrado no início da gestão, marcado por dificuldades financeiras e necessidade de reorganização administrativa. De acordo com ele, a Prefeitura conseguiu retomar a capacidade de investimento e alcançar reconhecimento nacional em áreas como transparência e gestão fiscal.
Ao abordar a pauta ambiental, o prefeito citou iniciativas voltadas à redução de impactos e à melhoria da qualidade de vida na capital. Ele destacou que essas ações garantiram visibilidade internacional à cidade, especialmente após reconhecimento durante a C40 Cities Climate Leadership Group.
“Chegamos a este quinto Fórum ESG após um importante reconhecimento internacional. Salvador ficou em 11º lugar entre as capitais que mais reduziram a emissão de CO₂ no mundo, sendo a primeira da América Latina”, ressaltou.
Por fim, o prefeito reforçou a meta da gestão municipal: tornar Salvador uma cidade carbono neutro até 2049, ano em que a capital baiana completa 500 anos.
“As cidades precisam crescer, gerar empregos e oportunidades, mas sem abrir mão da preservação ambiental. Nossa missão é clara: alcançar a neutralidade de carbono até 2049”, concluiu.

