O candidato ao Senado pela Bahia, João Roma (PL), aparece na liderança do volume de recursos arrecadados para a campanha eleitoral de 2026 até o momento. De acordo com dados da prestação de contas enviados à Justiça Eleitoral e consultados nesta quinta-feira (27), o postulante recebeu R$ 4,5 milhões, oriundos do diretório nacional do Partido Liberal.
Na segunda posição está o senador Jaques Wagner (PT), que busca a reeleição. Ele soma R$ 3.251.320,93 em recursos, sendo a maior parte — R$ 2.668.320,93 — repassada pelo diretório nacional do PT. O restante inclui R$ 533 mil do advogado e ex-prefeito de Salvador Edvaldo Brito, seu primeiro suplente, além de R$ 50 mil do diretório estadual da legenda.
A expressiva contribuição coloca Brito entre os principais financiadores de campanhas com recursos próprios nestas eleições.
Na sequência do ranking aparece o ex-ministro da Casa Civil Rui Costa (PT), que já acumula R$ 2.718.320,93. Desse total, R$ 2.668.320,93 vieram do diretório nacional do partido e outros R$ 50 mil do diretório estadual.
Já o senador Angelo Coronel (Republicanos), também candidato à reeleição, declarou até agora R$ 100 mil em recursos, valor financiado com recursos próprios.
Ranking parcial de arrecadação:
- João Roma (PL): R$ 4,5 milhões
- Jaques Wagner (PT): R$ 3.251.320,93
- Rui Costa (PT): R$ 2.718.320,93
- Angelo Coronel (Republicanos): R$ 100 mil
Apesar dos números já divulgados, o cenário ainda está incompleto. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra dez candidaturas ao Senado pela Bahia, mas seis nomes ainda não apresentaram prestação de contas com valores recebidos até agora.
Entre os candidatos que ainda não declararam recursos estão: Carlos Sodré (Mobiliza), Gregorio Gould (UP), Marcelo Carvalho (Rede), Marcelo Millet (PCO), Marcelo Santana (DC) e Professora Delliana (PSOL).
Vale lembrar que os dados são atualizados ao longo da campanha, podendo sofrer alterações conforme novas doações forem registradas pelos candidatos.