Em agenda política no interior da Bahia, o senador Jaques Wagner falou sobre o cenário eleitoral e classificou o momento como decisivo para o futuro do país e do estado. Em conversa durante comício em Campo Formoso, ele comparou gestões petistas com as de adversários e destacou ações realizadas ao longo dos últimos anos.
Portal Passaopano: O senhor afirmou que o país vive uma “encruzilhada” no dia 4 de outubro. O que isso significa?
Jaques Wagner: Significa que o povo vai escolher entre dois caminhos muito claros. De um lado, a trajetória de Lula, Dilma, minha, de Rui e de Jerônimo, que tirou o Brasil do Mapa da Fome, criou programas como o Minha Casa, Minha Vida e o Luz para Todos, além de ampliar universidades e escolas técnicas. Do outro, um caminho que a população também conhece, mas que não trouxe esses avanços.
Portal Passaopano: Quais são as principais diferenças que o senhor vê entre esses projetos?
Jaques Wagner: A diferença está nas entregas. Nós temos um histórico de políticas públicas que impactaram diretamente a vida das pessoas. Já o outro lado, quando esteve no governo federal, não trouxe novas universidades, escolas técnicas ou programas habitacionais para a Bahia.
Portal Passaopano:E no cenário estadual, como o senhor avalia a disputa?
Jaques Wagner: A Bahia também enfrenta essa encruzilhada. É preciso comparar o trabalho de Jerônimo Rodrigues com o do ex-prefeito da capital, ACM Neto. Na saúde, por exemplo, Jerônimo entregou 15 novos hospitais em quatro anos, e o nosso grupo implantou 27 policlínicas em todo o estado.
Portal Passaopano: O senhor também fez críticas à gestão do ex-prefeito. Qual o principal ponto?
Jaques Wagner: Falta de resultados, principalmente na área da saúde. Em Salvador, foi construído apenas um hospital, e há dificuldades até na gestão de policlínicas. Por isso, reforço que é importante comparar os números e as entregas antes de decidir.
Portal Passaopano: Qual a sua mensagem final para os eleitores baianos?
Jaques Wagner: Que analisem com atenção o que já foi feito por cada grupo. Essa escolha vai definir o rumo da Bahia e do Brasil pelos próximos anos.