O Museu da Misericórdia será reaberto dia 16, para convidados, e terça, para o público em geral, com a exposição “O cotidiano lírico de Floriano Teixeira”, saudoso artista plástico baiano verdadeiramente influenciador de gerações de criadoras e criadores em linguagens diversas.
Será um momento de celebração da cidadania afeiçoada às artes, ao concluir-se a reforma e ampliação do espaço expositivo, incluindo restauração da capela e construção de auditório para 100 pessoas, entre outras melhorias.
São 40 quadros no estilo único e autêntico de Floriano Teixeira, cedidos por colecionadores, acessíveis para fruição, gratuitamente, até dia 20 de fevereiro, no estabelecimento situado no antigo prédio da Santa Casa de Misericórdia.
A convidativa programação cultural ganha perfil de irresistível, com o lançamento, em acréscimo, do novo livro do intelectual autodidata Antônio Risério, autor de “Santa Casa de Misericórdia, 475 anos: quando a palavra é ação”.
– A mostra de Floriano Teixeira retoma uma proposta do museu, iniciada em 2016, com exposições de grandes artistas, entre os quais Genaro de Carvalho, Carybé, Mendonça Filho, Prisciliano Silva, Alberto Valença”, afirma a curadora Ana Elisa Novis, entusiasmada com o momento maravilhoso – não há outro adjetivo.
Segundo Ana Elisa Novis, foi preciso parar em 2020, devido à impossibilidade de aglomeração para evitar contágio durante a pandemia, e logo em seguida, começaram as obras de reforma e ampliação, totalizando seis anos de interrupção.
A exposição tem patrocínio e participação de Roberto Oliva, empresário gestor da Intermarítima, voltada para o ramo de terminais portuários e logística.

