Cerrado Summit destaca agricultura sustentável do Oeste da Bahia

O segundo dia do AARL Cerrado Summit, que acontece desde a terça-feira (15), em Luís Eduardo Magalhães, foi a oportunidade de mostrar aos conferencistas a agricultura sustentável que se pratica na região Oeste da Bahia. Os cerca de 120 participantes presenciais do evento precedente à COP 30, marcada para acontecer em novembro, em Belém, começaram o dia visitando a Fazenda Trinfo, do Grupo Manjabosco, considerada modelo em integração lavoura-pecuária e outras práticas sustentáveis como o plantio direto e a rotação de culturas.

O Cerrado Summit é o único evento preparatório para a COP 30 realizado fora de uma capital brasileira e está sendo organizado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Aiba, Abapa, Boston Consulting Group (BCG), World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) e Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

O primeiro dia do encontro foi dedicado a palestras, debates e oficinas. Governos, empresas, entidades de representação dos agricultores e sociedade civil organizada, juntos, buscando soluções para escalar paisagens regenerativas. Na pauta dos trabalhos em grupo, discussões acerca dos possíveis instrumentos para financiamento da transição para uma agricultura regenerativa, além de métricas e politicas públicas.

Os resultados deste trabalho colaborativo serão apresentados durante a COP 30. Em sua fala de conclusão das atividades do primeiro dia, a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto, destacou que mentalidade sustentável do produtor de algodão brasileiro assegurou a virada histórica de posicionamento do Brasil na produção da fibra, nos últimos 25 anos, e ressaltou a importância da escolha de Luís Eduardo Magalhães para sediar o evento.

“Ver Luís Eduardo Magalhães como cenário de um encontro preparatório para a COP 30 é muito significativo. Mostra que o cerrado, tantas vezes esquecido, agora está no centro das discussões sobre o futuro do planeta e os agricultores, sobretudo os produtores de algodão, querem ser parte desta mudança”, afirmou.

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