Uma possível composição entre Flávio Bolsonaro e nomes de peso da política baiana caiu como uma bomba nos bastidores. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o prefeito de Salvador, Bruno Reis, e a deputada federal Roberta Roma estão sendo cotados para ocupar a vaga de vice em uma eventual chapa nacional — e o cenário já provoca reações intensas.
A movimentação, vista por aliados como estratégica, também é interpretada por críticos como um passo ousado — e arriscado. A possível aliança mistura forças regionais com um dos sobrenomes mais polarizadores da política brasileira, o que pode tanto ampliar alcance quanto acirrar resistências.
Nos bastidores, o burburinho é grande. Há quem enxergue na articulação uma tentativa de consolidar palanques no Nordeste, tradicionalmente mais resistente ao bolsonarismo. Por outro lado, interlocutores apontam que a escolha de um nome baiano pode redefinir o jogo político na região e provocar rearranjos inesperados.
Enquanto nada é oficial, a simples possibilidade já movimenta lideranças, divide opiniões e aquece o debate nas redes sociais.
Seria uma jogada de mestre ou um risco calculado alto demais? O fato é que, se confirmada, a chapa promete ser uma das mais comentadas e controversas do cenário político nacional.

