Dia do Empreendedorismo Feminino é marcado pelo sucesso da liderança das mulheres rurais

Já na Associação das Mulheres Camponesas da Agricultura Familiar e Solidária (Amcafes), as mulheres agricultoras lideradas pela presidente, Selma Porto, orgulham-se do avanço da produção na agroindústria familiar de beneficiamento de frutas. Por lá, os investimentos qualificaram o processo na agroindústria, com a chegada de uma câmara-fria com capacidade de 20 mil quilos e de outros equipamentos, como tanques de recebimento, tanques de lavar frutas e um ultracongelador.

“Antes era tudo manual e o nosso rendimento era bem menor. Agora, com os equipamentos, a nossa produção aumentou em cerca de 80% e conseguimos fechar 10 contratos com escolas estaduais e municipais. Hoje, além de melhorar a vida das nossas mulheres, estamos conseguindo absorver frutas de outros municípios como Sebastião Laranjeiras, Iuiu, Carinhanha, Pindaí e Candiba”, comenta. No total, a marca Polp Vida já comercializa 10 sabores de polpas de frutas em mercados e outros estabelecimentos da região.

Mulheres Indígenas

Outra ação em curso, que tem expandido os horizontes das mulheres agricultoras, é a execução do edital de dinamização econômica de empreendimentos liderados por mulheres indígenas. A iniciativa é uma parceria entre CAR, SPM e a Secretaria de Promoção da Igualdade (Sepromi).

Neste edital, lançado em 2024, um total de 14 organizações indígenas estão sendo beneficiadas. Entre elas, a Cooperativa das Mulheres Indígenas e da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Coomiagro), que já se prepara para a colheita da mandioca na comunidade Acuipe de Cima, em Ilhéus. No local, as mulheres indígenas receberam capacitações, equipamentos para ensacamento e rotulagem e sementes melhoradas, que vão garantir a produção de uma farinha de melhor qualidade para comercialização.

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