A derrota para o Esporte Clube Bahia gerou forte revolta no Mirassol, a ponto de o técnico Rafael Guanaes não conceder entrevista coletiva após a partida. Em seu lugar, os dirigentes Juninho Antunes e Paulinho, executivo de futebol do clube, fizeram duras críticas à arbitragem.
Durante um pronunciamento de cerca de quatro minutos, Paulinho afirmou que o árbitro Paulo César Zanovelli “não pode apitar nunca mais”, classificando a atuação como uma das maiores vergonhas que já presenciou no futebol. A principal reclamação do clube paulista envolve o gol da vitória tricolor, marcado nos minutos finais, após um lance em que o Mirassol alega falta não marcada na origem da jogada.
Os dirigentes também relataram episódios de suposta falta de respeito por parte da equipe de arbitragem, incluindo uma frase atribuída ao árbitro, que teria mandado os jogadores “chorarem no vestiário”, além de comportamento inadequado de assistentes durante as reclamações. A insatisfação foi reforçada pelo zagueiro João Victor, que classificou a atuação como “vergonhosa” e criticou a postura dos árbitros em campo.
Foto: JP Pinheiro/ Mirassol
