Uma declaração do ex-ministro Geddel Vieira Lima durante entrevista em programa ‘VEM QUE TEM’ da Rádio Sociedade movimentou a política baiana. Sem rodeios, ele afirmou que Geraldinho será o nome escolhido para compor como vice, antecipando um cenário que ainda nem havia sido oficializado.
A fala caiu como uma bomba nos bastidores e gerou reações imediatas entre lideranças políticas. Ao “cravar” o nome, Geddel não apenas sinaliza um possível alinhamento, mas também pressiona aliados e partidos que ainda disputam espaço na composição da chapa.
Nos corredores do poder, a declaração foi vista como um movimento estratégico ou até mesmo uma tentativa de impor um fato político antes do consenso. Isso porque a escolha do vice costuma ser resultado de intensas negociações, envolvendo interesses partidários e equilíbrio de forças.
Enquanto aliados tentam minimizar o impacto, a fala já provoca desconforto e amplia a disputa interna por protagonismo. O episódio reforça que o jogo político para as próximas eleições está longe de ser definido e cada declaração pode mudar o rumo das articulações.
Agora, a grande questão é: Geddel antecipou uma decisão já tomada ou tentou influenciar o jogo antes da hora?

