Um grupo de sócios do Yacht Clube da Bahia se considera prejudicado e vítima de supostas irregularidades da gestão que promoveu perseguições contra o ex-comodoro Marcelo Sacramento. Ele venceu cinco ações contra o clube por perseguição política e discriminação. Corrigidas, as indenizações com os honorários advocatícios chegam perto de R$ 1 milhão — valor que sairá do caixa do clube.
Em 2021, foram gastos mais de R$ 500 mil em auditorias que não encontraram nada, e a conta dos advogados dos perseguidores também foi paga pelo clube. O rombo passa dos R$ 2,5 milhões.
Alguns sócios que se dizem indignados com o que consideram “irresponsabilidade para com a instituição” estão promovendo consultas jurídicas sobre ações de regresso contra os gestores ou os responsáveis citados na sentença como perseguidores e patrocinadores do que chamam de “odiosa discriminação.”

