Gestão do governador concentra em Teixeira de Freitas o maior volume de recursos da região, próximo de R$ 350 milhões
A construção do próximo programa de governo da Bahia passou neste domingo (19) por Teixeira de Freitas. Durante a plenária territorial do Programa de Governo Participativo (PGP) 2026, o governador Jerônimo Rodrigues reuniu representantes dos 13 municípios do Território de Identidade Extremo Sul, além de prefeitos, parlamentares, empresários, agricultores familiares, povos indígenas, comunidades quilombolas, juventudes e movimentos sociais para ouvir propostas e apresentar um balanço das ações realizadas pelo Estado na região.
Ao defender a continuidade dos investimentos públicos, o governador lembrou que o Extremo Sul deixou de ocupar uma posição periférica nas prioridades da gestão estadual. “Os extremos ficaram esquecidos. Diziam que a distância justificava a ausência do governo. Nós questionamos isso. Quem é que está longe? É Salvador do Extremo Sul ou o Extremo Sul de Salvador? É uma questão de boa vontade. E nós temos essa boa vontade.”
A escolha de Teixeira de Freitas para sediar a plenária ganha ainda mais significado diante do balanço da própria gestão estadual. Entre 2023 e junho de 2026, o município recebeu R$ 346,8 milhões em investimentos, o maior volume de recursos entre as cidades do Território de Identidade Extremo Sul. Em todo o território, o Governo da Bahia contabiliza mais de R$ 1 bilhão em investimentos.
Jerônimo lembrou que a atuação do Estado na região foi fortalecida nos últimos anos e citou como exemplos a resposta às enchentes que atingiram o Extremo Sul e a ampliação de obras estruturantes na região.
Duplicação da BR-101 e ampliação da infraestrutura hídrica estão entre as demandas
Durante a plenária, Jerônimo destacou algumas das propostas apresentadas ao longo do processo de escuta popular que deverão orientar o planejamento dos próximos anos. Entre elas, citou a defesa da duplicação da BR-101, a ampliação da infraestrutura hídrica com novas barragens para aumentar a capacidade de armazenamento de água e reduzir os impactos das enchentes, além da continuidade dos investimentos em educação superior, infraestrutura e políticas públicas voltadas aos distritos, assentamentos, aldeias e comunidades quilombolas.
Fotos: Luís Capelão

