O ministro afirmou que, na avaliação do governo, a recente alta no preço do petróleo ainda não teve reflexo significativo nos valores cobrados ao consumidor final, o que não justifica, neste momento, a ampliação do benefício.
Segundo ele, a estratégia adotada busca evitar oscilações bruscas nos preços. “É fundamental observar o impacto no bolso da população. Neste momento, a decisão é manter o subsídio de R$ 1,12 e adiar um pouco o plano de retirada gradual, considerando o cenário mais adverso. No entanto, ainda não há motivo para retomar o adicional de R$ 0,35”, explicou Moretti.
O ministro também destacou que a subvenção em vigor já impõe um peso considerável às contas públicas, representando um custo fiscal elevado para o governo federal. Informações da Agência Brasil.
