O tetracampeão está no Nürburgring disputando 24 horas de endurance com um GT3.

Não há GP neste fim de semana. O próximo é o do Canadá, dias 22 a 24 de maio, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal. Mas Max Verstappen não está em casa descansando. Está no Nürburgring, enfiado num Mercedes-AMG GT3, preparando-se para disputar 24 horas seguidas num dos traçados mais brutais do automobilismo. A presença dele ali não é apenas uma curiosidade de calendário. É um sinal.

O Inferno Verde como refúgio

A largada das 24 Horas de Nürburgring acontece neste sábado, dia 16 de maio. Verstappen faz sua estreia na prova ao lado de três companheiros de equipe com vasta experiência em endurance: Dani Juncadella, Jules Gounon e Lucas Auer. O carro é o número 3 da Mercedes-AMG Team Verstappen Racing, com suporte técnico da Winward Racing e, claro, com as cores da Red Bull.

O circuito combina o lendário Nordschleife com o traçado moderno do GP, totalizando 25 km de pista por volta, com mais de 150 curvas, mudanças bruscas de elevação e condições climáticas que podem passar de sol a neblina densa num intervalo de minutos. Jackie Stewart o chamou de “Inferno Verde” em 1968. O apelido permanece absolutamente preciso.

O evento esgotou os ingressos de fim de semana pela primeira vez em toda a sua história. Pela primeira vez. Verstappen não só preencheu sua agenda, preencheu as arquibancadas de um evento que existe desde 1970.

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