Durante plenária do PGP em Itapetinga, ex-governador criticou a “cara de pau” da oposição ao tratar do tema regulação quando a Prefeitura de Salvador mantém sua única maternidade funcionando exclusivamente por agendamento
A ampliação da rede estadual de saúde, regionalizando o atendimento com especialidades que antes não chegavam ao interior, foi apontada pelo ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT, Rui Costa, como exemplo das diferenças entre projetos políticos em disputa na Bahia e no Brasil. Durante a plenária do Programa de Governo Participativo (PGP) do Médio Sudoeste, realizada neste domingo (14), em Itapetinga, Rui defendeu que este é o momento de a população comparar realizações concretas e destacou os investimentos em novos hospitais e policlínicas realizados por meio da parceria entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Ao citar as obras em andamento na região, Rui lembrou que o estado já conta com 26 policlínicas em funcionamento e ressaltou a expansão da rede regionalizada de saúde. “Hoje nós temos 26 policlínicas funcionando e Jerônimo está fazendo mais 9 em parceria com o presidente Lula, uma delas aqui em Itapetinga”, afirmou.
Ao lado do governador Jerônimo e dos senadores Jaques Wagner (PT), pré-candidato à reeleição, e Otto Alencar (PSD), Rui também criticou o modelo adotado pela Prefeitura de Salvador para atendimento na maternidade municipal, entregue após quase 16 anos de promessa. O ex-governador ironizou o fato de a unidade funcionar com atendimento agendado, mesmo em casos de parto. “Se a mulher chegar agoniada lá, ‘o menino tá saindo’, o vigilante pergunta na porta: ‘Minha senhora, a senhora tem hora marcada? Volte para casa, ligue, marque a hora e volte para a senhora ser atendida’ ”, relatou.

